A Lua é um Holograma projetado por um estagiário
TEORIAS DA CONSPIRAÇÃO


Durante décadas, acreditámos que a Lua era um corpo celeste rochoso. No entanto, a teoria do "Holograma Lunar" revela que o nosso satélite é, na verdade, uma projeção de vídeo em loop, gerida por um departamento subfinanciado da NASA.
O responsável por esta ilusão global é Kevin, um estagiário que está no porão da agência espacial desde 1994 e que sobrevive à base de café frio e batatas fritas de pacote. Kevin herdou a tarefa de projetar a Lua depois de o satélite original ter sido "acidentalmente" vendido num leilão de sucata para pagar as contas da missão Apollo 17.
A tecnologia utilizada é um projetor de 1080p que Kevin encontrou numa arrecadação. É por isso que, se olhares com um telescópio muito potente, podes ver uns pixéis mortos na Cratera de Tycho e uma marca de água que diz "Trial Version - Sony 1968".
Às vezes, a Lua parece mudar de cor ou de posição de forma estranha. Isso não são fenómenos astronómicos; é apenas o Kevin a tentar limpar o pó da lente do projetor com a sua camisola de lã, o que cria manchas de estática que os astrónomos chamam de "nuvens de poeira lunar".
Houve uma noite em 2004 em que a Lua não apareceu. A NASA emitiu um comunicado sobre um "eclipse total", mas a verdade é que o Kevin tropeçou no cabo de alimentação enquanto tentava alcançar uma fatia de pizza.
As fases da Lua (crescente, minguante, etc.) são apenas o Kevin a brincar com as definições de brilho e contraste no painel de controlo. Ele faz isto para manter o interesse do público, uma vez que uma Lua cheia todas as noites seria "demasiado comercial".
As marés continuam a funcionar porque a NASA instalou uma série de ímanes gigantes no fundo do oceano, controlados por um algoritmo que corre num computador Commodore 64 que ainda utiliza disquetes.
O Kevin tem medo de confessar que perdeu o comando remoto da Lua em 1998. Desde então, ele não consegue mudar o canal, e é por isso que vemos sempre o mesmo lado da Lua. "O lado oculto da Lua" é apenas uma zona onde a projeção não chega porque o servidor não tem memória RAM suficiente.
Se um dia vires a Lua a piscar ou a apresentar uma "Blue Screen of Death", não entres em pânico. Significa apenas que o Windows do Kevin está a fazer uma atualização forçada e que a realidade voltará ao normal assim que o sistema reiniciar.
A conclusão é que o universo é vasto e misterioso, mas a nossa perspetiva dele depende inteiramente da competência de um jovem de 22 anos que só quer terminar o seu estágio e ir para casa jogar videojogos.


