MKUltra: O Smoothie de LSD da CIA
TEORIAS DA CONSPIRAÇÃO


O projeto MKUltra não é apenas uma teoria; é um facto histórico que a CIA tentou abafar, o que o torna ainda mais sumarento. Nos anos 50 e 60, sob aQ direção de Sidney Gottlieb (o "Feiticeiro Negro"), o governo americano decidiu que a melhor forma de ganhar a Guerra Fria era aprender a controlar a mente humana usando doses industriais de LSD e choque elétrico.
A ideia era criar o "Candidato da Manchúria": um assassino perfeito que pudesse ser ativado por uma palavra-passe, como "O tempo está bom para pescar", e que depois de cometer o crime não se lembrasse de nada. Imagina o recrutamento: "Gostas de viajar? Gostas de drogas grátis? Gostas de não saber quem és? Temos o emprego ideal para ti!".
Eles testaram o LSD em toda a gente: prisioneiros, pacientes psiquiátricos, estudantes e até nos seus próprios agentes, que às vezes viam as suas chávenas de café transformarem-se em dragões a meio de uma reunião de segurança nacional. O MKUltra foi basicamente a maior festa rave não autorizada da história, paga pelos contribuintes americanos.
O Subprojeto 68, liderado por Donald Ewen Cameron, envolvia colocar as pessoas em coma por semanas enquanto ouviam mensagens gravadas em loop: "Tu és um bom cidadão", "Tu adoras o governo". O resultado não foi o controlo mental, mas sim a destruição total da memória das vítimas. A CIA aprendeu que é mais fácil apagar um cérebro do que programá-lo.
A teoria moderna diz que o MKUltra nunca acabou; apenas mudou de nome para "Projeto Monarca". As celebridades da Disney seriam as novas cobaias, sendo "quebradas" psicologicamente para terem várias personalidades. Sempre que uma pop star raspa o cabelo ou age de forma estranha, a internet grita: "Glitche no sistema! A personalidade MKUltra assumiu o controlo!".
Diz-se que a indústria da música usa batidas binaurais e frequências específicas para manter o público num estado de hipnose leve. O objetivo é fazer-nos comprar álbuns, mas também garantir que aceitamos a agenda política sem questionar. O teu DJ favorito pode ser, na verdade, um agente da CIA com uma playlist de controlo mental.
O envolvimento da máfia e de hipnotizadores de palco também faz parte do folclore. A CIA terá tentado contratar mágicos para aprenderem a colocar veneno em bebidas sem serem notados. O MKUltra foi a fusão entre a ciência, o crime organizado e os truques de cartas que correm muito mal.
Quando o escândalo foi revelado nos anos 70, o diretor da CIA, Richard Helms, ordenou a destruição de todos os ficheiros. O que sobrou foram apenas migalhas de um banquete de loucura. Para os teóricos, os documentos destruídos continham a fórmula para a imortalidade ou o segredo de como fazer os humanos gostarem de brócolos.
Há quem acredite que assassinos famosos, como Sirhan Sirhan ou o Unabomber, foram produtos diretos do MKUltra que "saíram do controlo". Eles seriam os protótipos de uma arma humana que o governo americano tentou esconder debaixo do tapete da história, mas que continuam a aparecer nos nossos pesadelos coletivos.
Em resumo, o MKUltra prova que a realidade é mais assustadora que a ficção. Se o governo estava disposto a dar ácido a desconhecidos nos anos 50, imagina o que eles estão a pôr nos teus filtros do Instagram hoje em dia. Mantém os olhos abertos e, se ouvires uma voz a dizer "Ativação 001", desliga o telemóvel e corre.


