Paul McCartney está Morto: O Baixista que foi Substituído por um Sósia

TEORIAS DA CONSPIRAÇÃO

Mtwo

2/2/20263 min read

Esta é a teoria mais musical e mórbida de todas: Paul McCartney morreu num acidente de carro a 9 de novembro de 1966 e foi substituído por um sósia chamado William Campbell (o Billy Shears), que ganhou um concurso de imitadores e tinha o talento bizarro de ser canhoto e compor sucessos mundiais.


Os Beatles, sentindo-se culpados pela mentira mas proibidos de falar pelo contrato com a editora, decidiram espalhar centenas de pistas "escondidas" nas capas dos álbuns e nas letras das músicas. É o primeiro caso de "Easter Eggs" da história, mas em vez de desbloquearem fatos novos, desbloqueiam a morte de um ídolo.


A capa de "Abbey Road" é a prova definitiva. Paul é o único a caminhar descalço e com o passo trocado, o que em algumas culturas representa um cadáver. Além disso, o carro ao fundo tem a matrícula "LMW 28IF", significando que Paul teria 28 anos "SE" (IF) estivesse vivo (ignoremos o facto de ele ter 27 na altura, a matemática quântica da conspiração perdoa tudo).


Em "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band", a capa é basicamente um funeral. Existe uma coroa de flores em forma de baixo para canhotos e Paul tem uma mão por cima da cabeça, um sinal de morte em religiões orientais (ou apenas um gesto comum de quem está a posar para uma foto estranha). Na contracapa, ele é o único de costas, como se estivesse a dizer: "Adeus, maltinha, vou ali ser enterrado".


As letras ouvidas ao contrário (backmasking) são a parte mais assustadora. Se tocares "Revolution 9" de trás para a frente, ouves "Turn me on, dead man". Se tocares "I'm So Tired", ouves "Paul is a dead man, miss him, miss him". Os Beatles passavam claramente horas no estúdio a gravar frases ao contrário só para garantir que os nerds do futuro tivessem o que fazer nas tardes de domingo.


William Campbell, o sósia, teria feito uma cirurgia plástica para ficar igual ao Paul. No entanto, ele era ligeiramente mais alto, o que explica por que razão o Paul parece ter "crescido" subitamente em 1967. O talento musical do sósia era tão grande que ele escreveu "Hey Jude" e "Let It Be", provando que, às vezes, o substituto é melhor do que o titular.


A teoria diz que John Lennon odiava o sósia, o que causou o fim da banda. John não aguentava mais ouvir o William a tentar imitar o sotaque de Liverpool. A música "How Do You Sleep?" de John seria um ataque direto ao impostor, embora para o resto do mundo fosse apenas uma discussão acesa entre dois ex-amigos bilionários.

Recentemente, análises de "biometria vocal" e de formato das orelhas foram feitas por cientistas italianos (sim, isto aconteceu mesmo). Eles concluíram que o Paul de 1966 não é o mesmo de 1967. Ou as orelhas crescem com a fama, ou Billy Shears realmente conquistou o seu lugar no trono do rock.


O Paul McCartney atual (ou o William) nega tudo e até lançou um álbum chamado "Paul is Live" em 1993, parodiando a capa de Abbey Road. Para os teóricos, isto é exatamente o que um impostor diria para nos despistar. É a psicologia inversa dos Illuminati aplicada ao mundo do entretenimento.


Concluindo, Paul McCartney é o morto mais produtivo da história. Se ele realmente for um sósia, William Campbell merece o prémio de "Melhor Ator de Longa Duração" de sempre. A verdade é que os Beatles eram génios do marketing e sabiam que nada vende mais discos do que um bom mistério sobre cadáveres e matrículas de carros.