Paul McCartney foi substituído por um sósia que gosta de funk
TEORIAS DA CONSPIRAÇÃO


A famosa teoria "Paul is Dead" afirma que Paul McCartney morreu num acidente de carro em 1966. No entanto, o que os teóricos falharam foi o motivo da substituição: o sósia, um canadiano chamado William Campbell (conhecido como 'Billy Shears'), era um entusiasta secreto de ritmos tropicais e baixo "slap".
O verdadeiro Paul era um rapaz certinho que queria escrever baladas de amor tradicionais. O substituto, Billy, tinha outros planos. Ele queria introduzir o "swing" e o psicadelismo nos Beatles, o que explica por que razão, a partir de 1967, a banda deixou de usar fatos e começou a usar bigodes e túnicas de cores berrantes.
A prova está na música. Ouve com atenção o baixo em "Sgt. Pepper's". Aquilo não é rock clássico; é um prelúdio para o funk dos anos 70. Billy Shears estava a tentar transformar Liverpool no Rio de Janeiro, mas a chuva inglesa não ajudava.
As pistas nas capas dos álbuns (Paul descalço em Abbey Road, a morsa em Magical Mystery Tour) não eram pedidos de ajuda. Eram piadas internas de Billy. Ele estava a dizer: "Vejam como eu consigo fingir que sou o Paul enquanto secretamente estou a pensar em fundar os Earth, Wind & Fire".
O sósia era tão bom que até a Linda McCartney não percebeu a diferença, ou talvez tenha preferido o Billy porque ele cozinhava melhor pratos vegetarianos com um toque picante.
Diz-se que John Lennon descobriu a farsa durante as gravações do "White Album" quando viu Billy Shears a tentar fazer um "moonwalk" discreto no estúdio. Em vez de o denunciar, John achou piada e decidiu escrever letras ainda mais absurdas para ver até onde o impostor aguentava.
O verdadeiro Paul McCartney não morreu. Ele simplesmente cansou-se da histeria e mudou-se para uma pequena quinta no Alentejo, em Portugal. Ele vive lá sob o nome de "Sr. Paulo das Vacas" e passa os dias a tocar acordeão e a produzir queijo artesanal.
Sempre que o "Paul" oficial lança um novo álbum, o verdadeiro Paul no Alentejo ouve-o na rádio local e comenta: "Este Billy tem jeito para a coisa, mas abusa um bocado do auto-tune".
A longevidade do falso Paul é atribuída a uma dieta rigorosa de chá verde e ao facto de ele ser, tecnicamente, um ciborgue financiado pela gravadora para garantir que os direitos de autor nunca expirem.
No final, não importa qual Paul é o real. Um deu-nos "Yesterday", o outro deu-nos "Live and Let Die" e um baixo que faz qualquer um querer dançar. Billy Shears ganhou o nosso respeito, e o verdadeiro Paul ganhou a paz de espírito e um excelente rebanho de ovelhas.


