Terra Plana? Não, Terra em formato de Rosquinha

TEORIAS DA CONSPIRAÇÃO

Mtwo

1/12/20262 min read

A Sociedade da Terra Plana está em crise, pois a nova evidência científica aponta para algo muito mais delicioso: a Teoria da Terra Toroidal, ou "Terra Donut". Vivemos na superfície de uma gigantesca rosquinha cósmica com um buraco no centro.

Esta forma geométrica explica finalmente por que razão o horizonte parece curvo, mas nunca acabamos por cair. Estamos simplesmente a dar voltas num círculo infinito de massa planetária coberta por um oceano de glacé azul.

O buraco central da Terra é onde a NASA esconde as coisas que não quer que vejamos: aviões perdidos, o segundo pé de todas as meias que desaparecem na máquina de lavar e a carreira de vários atores de Hollywood.

O Sol não orbita a Terra, nem a Terra orbita o Sol. Na verdade, o Sol passa pelo meio do buraco da rosquinha todos os dias, como um dedo num anel. É este movimento que cria o ciclo de dia e noite. O "meio-dia" é o momento em que o Sol está exatamente no centro do buraco.

A gravidade na Terra Donut funciona de forma peculiar. Se saltasses muito alto no equador (a parte interior do buraco), serias sugado para o outro lado da rosquinha, aterrando provavelmente na Austrália ou num buffet de pequeno-almoço em Tóquio.

Os defensores da Terra Globo dizem que as fotos do espaço mostram uma esfera. Mentira. As lentes das câmaras da NASA têm um filtro chamado "De-Donutizer" que preenche o buraco central com nuvens falsas para não gerar pânico nas massas.

As auroras boreais são, na verdade, o brilho do açúcar cósmico que se acumula nas bordas da nossa atmosfera. Quando o vento solar atinge estas partículas de glicose espacial, elas brilham com cores vibrantes, criando um espetáculo visual digno de uma pastelaria de luxo.

As correntes oceânicas são causadas pelo facto de a Terra estar a rodar como uma rosquinha numa vitrina de café. A água tenta manter-se no lugar, mas acaba por ser empurrada para os lados, criando as marés e o redemoinho constante que chamamos de vida.

Se viajares em linha reta o tempo suficiente, não chegas ao fim do mundo; apenas ficas com tonturas e acabas por morder o horizonte, que tem um ligeiro sabor a baunilha e ozono.

A conclusão é óbvia: o universo não é uma esfera perfeita e aborrecida, mas sim um lanche gigante. E nós somos as pequenas formigas que habitam a cobertura, sem saber que o destino final de tudo é ser devorado por um buraco negro com fome de sobremesa.